quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Com a casa lotada, público elimina os dois primeiros atores de Projeto Canastra.

Por Leandro Rodrigues

A sala Alfredo Mesquita, do Teatro CAC-ECA-USP, ficou pequena para receber o público de “Projeto Canastra - peça-jogo”, em suas apresentações de estréia. Camilo Shaden e Rafael Souza foram os primeiros atores-jogadores eliminados do espetáculo, que leva o reality show para o palco. Restam ainda oito que competem pela aprovação da platéia e pelo título de Ator-Canastra, neste próximo final de semana.

Na noite de estréia, sábado (8), uma hora e meia antes do inicio da apresentação já se formava a fila do lado de fora do teatro, para a retirada dos ingressos. Às 20h30, o hall do teatro foi liberado, onde a Canastrete (Raquel Morales) oferecia um microfone ao público para demonstrações de torcida aos atores-jogadores confinados.

Abertas as portas da sala, o público que entrava recebia as cédulas de votação e era recepcionado pelo elenco de dez atores. O Diretor-crupiê (Diogo Spinelli), que conduz o reality, interagia explicando as regras e apresentando cada ator-jogador. “Não sejam burros, votem no ator que vocês querem eliminar, e não no que vocês querem manter na peça. Ajudem-nos a melhorar nosso espetáculo”, dizia o austero diretor à platéia, que aderiu à brincadeira.

Em quase duas horas de peça, os atores-jogadores competiram pela cena curinga e apresentaram seus monólogos de gêneros variados. Ao final, com uma diferença de três votos, o ator Camilo Shaden foi descartado, tendo que abandonar o palco e causando comoção no mesmo público que o eliminou.

No domingo (9), segundo dia de apresentação, repetiu-se o sucesso de público. Shaden, ao invés do palco, estava na portaria do teatro, recolhendo os ingressos. Dessa vez, nove atores-jogadores disputaram a aprovação dos espectadores. Com a exceção da atriz Jhennifer Peguim, que apresentou a mesma cena de sábado, os demais interpretaram cenas diferentes, escolhidas pelo sorteio. A sentença do dia foi para Rafael Souza, o popstar da trupe, que foi eleito para deixar o espetáculo.

A competição pelo título de Ator-Canastra continua neste final de semana e segue até o dia 30 de agosto, quando os três atores-jogadores restantes disputam a Rodada Final.

Com textos de Catarina São Martinho e direção de Diogo Spinelli, Um Coletivo de Artistas Europeus apresenta “Projeto Canastra – peça-jogo”, em cartaz na sala Alfredo Mesquita do Teatro Laboratório CAC-ECA-USP, da Universidade de São Paulo (Av. Professor Luciano Gualberto, Travessa J, nº 215, Cidade Universitária – São Paulo), aos sábados às 21h e aos domingos às 20h30. A entrada é gratuita e os ingressos são distribuídos com uma hora de antecedência.

domingo, 9 de agosto de 2009

Balanço da 2ª rodada de Projeto Canastra.


Olá queridos co-jogadores.

Lá vamos nós ao nosso balanço diário sobre os acontecimentos de cada rodada do Projeto Canastra.

Hoje iniciamos nossa rodada já sem a presença de Camilo Schaden, e da Carta Oito - devo dizer que com isso, vocês, co-jogadores, perderam a possibilidade de ver um quase nu em cena (numa das cenas de Camilo) e um nu parcialmente total (numa das cenas da cena Oito).

É a vida, não é mesmo?

A disputa pelo curinga foi uma eletrizante rodada de 5-1 - a coreografia que os atores realizam no início da peça - cada vez mais e mais acelerada. As finalistas da disputa foram Amanda Del Corso e Maria Fernanda Batalha. Amanda perdeu por w.o., e assim, Maria Fernanda ficou com o curinga - escolhendo a cena 4, exatamente como o fez Amanda Del Corso no dia anterior...

Após a escolha da cena 4, a canastrete sorteou os destinos dos jogadores, propondo o seguinte jogo:

Ás - Jhennifer.
2 - Amanda.
3 - Bernardo.
4 - Maria Fernanda.
5 - Rafael.
6 - Estéfano.
7 - Francine.
9 - Luiz Gustavo.
10 - Tathiana.
Haverá uma maldição que liga os atores-amadores do grupo à cena Ás? Luiz Gustavo tirou três vezes a cena às durante os ensaios abertos no processo... e agora... é já a segunda vez que Jhennifer a tira, em duas rodadas do jogo.
(ou será que tendo entrado a apenas um mês antes da peça estrear, na verdade, a atriz-jogadora só possui essa cena feita, e tudo não passa de um jogo de cartas marcadas? hahahahah. Estou brincando).
Cenas feitas, conversas realizadas com os jogadores, votos preenchidos pela platéia....
E no jogo de hoje, Rafael, e a cena 5, foram descartados.
Restam oito jogadores em cena.
E seis rodadas de Projeto Canastra.
Quem será eliminado sábado que vem?
Até lá.
Abraços Cordiais,
Diretor-crupiê.

Balanço da rodada inicial do Projeto Canastra.


Olá, co-jogadores do público!


Aqui estou eu, Diretor-crupiê, escrevendo a vocês após a nossa rodada inicial! Agora alguns dos senhores já me conhecem ao vivo, e conhecem também os nossos atores-jogadores e todo o funcionamento do nosso Projeto Canastra, tendo inclusive já eliminado um dos nossos atores-jogadores...


Ontem tivemos um jogo formidável!


Uma rodada de estreia com cenas impactantes e público com torcidas organizadas...!


A disputa pelo curinga foi uma acirrada competição de cartas, e a srta. Amanda Pareja Del Corso acabou vencendo-a, para alegria geral de sua torcida que estava em peso no Tetaro Laboratório - Sala Alfredo Mesquita. Amanda escolheu realizar sua cena 4. E após essa escolha, o nosso sorteio pôde ser iniciado.
Ontem jogamos o seguinte jogo:
Ás, por Jhennifer Peguim.
Dois, por Rafael Souza.
Três, por Luiz Gustavo Toloza.
Quatro, por Amanda Pareja Del Corso.
Cinco, por Tathiana Bott.
Seis, por Maria Fernanda Batalha.
Sete, por Bernardo Fonseca.
Oito, por Camilo Schaden.
Nove, por Francine Souza.
Dez, por Estéfano Romani.
Após a realização das dez cenas, uma ágil votação revelou que os co-jogadores de ontem - por apenas três votos de diferença - resolveram descartar Camilo Schaden, sendo ele o primeiro eliminado da nossa peça-jogo.
A partir de hoje, Camilo Schaden se encontra do outro lado do nosso jogo, sendo ele também, um dos co-jogadores do público.
Nove atores-jogadores continuam na disputa.
Qual deles será escolhido o Ator-Canastra?
Até daqui a pouco,
Abraços Cordiais,
Diretor-crupiê.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Diretor de Projeto Canastra fala sobre o espetáculo, na véspera da estréia.


Diretor de Projeto Canastra fala sobre o espetáculo, na véspera da estréia

Por Leandro Rodrigues

Com menos de 24 horas para a estréia de Projeto Canastra, o diretor Diogo Spinelli fala sobre como concebeu o espetáculo, quais foram as influências e como surgiu a estrutura da peça-jogo. Conta também como os atores e demais artistas envolvidos colaboraram no processo de criação, formando Um Coletivo de Artistas Europeus, e da importância da interação com público nesta obra.

Spinelli – que, além de dirigir Projeto Canastra, encarna no palco a persona do Diretor-crupiê para conduzir o reality show – cursa o décimo semestre do curso de Bacharelado em Artes Cênicas, com habilitação em Direção Teatral, da Universidade de São Paulo (USP). Desde 2001, participou de diversas montagens teatrais e, em 2007, iniciou-se como diretor. Concorreu a vários prêmios na categoria, saindo vitorioso nos 16º Programa Nascente, da USP, e no Prêmio Especial de Pesquisa de Linguagem, do 14º Festival Nacional Curta Teatro de Sorocaba.

Confira a entrevista na íntegra:

Leandro Rodrigues: O “Projeto Canastra” é uma peça ousada, que foge dos tradicionais arquétipos teatrais. Como você concebeu esta idéia?

Diogo Spinelli: O projeto surge como um novo passo resultante da trajetória teatral que venho desenvolvendo. A questão do jogo em cena, da revelação do artifício, do aproveitamento do espaço de cena como um leque de possibilidades, da escolha, do perder ou ganhar, dos atores mesclados aos personagens e outros aspectos que, de uma forma ou outra, permearam a linguagem que comecei a constituir enquanto diretor desde a primeira peça que dirigi, “A Idade da Ameixa” (2007), voltam de forma mais radical em “Projeto Canastra”. Mas é sempre difícil falar como surge a idéia de um projeto específico, de onde e quando ele nasce, pois acho que os projetos são sempre devires, e somam-se à medida que são constituídos.

LR: Mas além desses conceitos, o espetáculo possui estética e estrutura muito particulares. Como a “peça-jogo” foi arquitetada?

DS: Justamente a estrutura foi a primeira coisa que surgiu do Projeto Canastra, antes mesmo de existir um texto ou elenco definido, pois é dessa forma que idealizo. Quando ainda concebia a peça, conversei com um dos meus professores da USP, Luiz Fernando Ramos, que gostou da idéia, mas que me aconselhou a inseri-la num jogo que servisse como base. Refleti sobre o assunto, mas não chegava a uma conclusão. Até que – se eu fosse místico, falaria em inspiração divina e essas coisas, mas eu não sou (risos) – sonhei com toda essa estrutura. Assim, acordei com ela pronta na cabeça, sem brincadeira! (risos) Não foi um sonho na qual eu a via de fato, mas já havia a ligação com o baralho muito bem desenvolvida, a disputa pelo coringa e tudo mais. Grande parte do que temos hoje já havia ali, naquela manhã, quando registrei no computador a primeira versão do projeto, e depois fui retrabalhando a questão.

LR: E qual é o desempenho do baralho no desenrolar da peça?

DS: O baralho tem a função de identificar ao público um imaginário que se desenvolve na estética da peça como um todo. Inicialmente, serviu de inspiração para a elaboração dos textos de Catarina São Martinho – que foram escritos a partir da simbologia das cartas do tarô – mas as coisas foram se ligando e tomando conta da inventividade de todos os outros artistas envolvidos, refletindo nos figurinos e nas artes gráficas. O baralho é um material muito estimulante, conhecido de todos, conectando a peça a um imaginário comum, que é uma das premissas de minha pesquisa teatral. Além disso, juntou-se também a metáfora acerca do nome: canastra é um adjetivo não muito lisonjeiro, utilizado para designar um estilo de atuação. Então, colocar isso como o título da peça e como prêmio do jogo, é na verdade uma brincadeira meta-teatral, um dos pontos chaves da obra.

LR: A peça contempla ainda outro jogo, o reality show, que como o baralho também permeia o imaginário comum devido a tamanha popularidade. Qual é a sua identificação em particular com esse gênero, antes, apenas televiso?

DS: Sempre gostei muito dos reality shows, excetuando, talvez, o Big Brother, que considero extremamente enfadonho. Mas principalmente os que envolvem talentos pessoais de certos profissionais dentro de uma competição, como o America's Next Top Model, Project Runway, Top Chef, Top Designer, O Aprendiz etc.

LR: Diferentemente dos reality shows, os “atores-jogadores” de Projeto Canastra não inscreveram-se previamente numa seleção. Como foi escolhido o elenco?

DS: No elenco, há pessoas com as quais eu já trabalhei ou convivi, que me despertaram simpatia e que, a princípio, demonstraram possuir energia cênica. São atores de diversas escolas e formações, proporcionando um conjunto de cenas mais diferenciado e individualizado. Por fim, necessariamente, são cinco homens e cinco mulheres que constituem o quadro dos atores-jogadores.

LR: E tanta diversidade não dificultou o entrosamento do elenco, que geralmente é formado por conexões anteriores?

DS: Não, no final das contas, essa reunião poderia ter dado errado, mas deu muito certo, e acabamos formando um grupo muito bacana, apesar de cada ator possuir uma linguagem cênica única dentro deste coletivo.

LR: Projeto Canastra é um processo colaborativo, em que cada artista envolvido emprestou seu olhar para o trabalho, de forma individual. Como se deu essa colaboração dos atores?

DS: Cada ator-jogador teve a tarefa de elaborar as suas dez cenas partindo de si próprio, de suas questões pessoais quanto ator, expondo seu teatro para dar “a cara à tapa”, com o seu modo particular de ver e fazer cada uma dessas cenas. Mesmo que filtradas pela minha direção, cada cena revela muito do seu ator-criador.

LR: E como esse processo se estende a toda a parte técnica, formada também por artistas de origens tão distintas?

DS: Os outros agentes colaborativos receberam a proposta de, partindo de uma estrutura dada, criar livremente para o projeto colocando-se como artista naquilo que lhe era responsável, independentemente dos demais fatores que compõe a peça. Cada parte dessa obra releva o criador desta parte, mesmo formando um material homogêneo observado no resultado. É assim com todos os profissionais: músicos, figurinista, designers, dramaturga, atores e, é claro, com a direção.

LR: O público de Projeto Canastra também é agente colaborativo da obra. Na verdade, podemos arriscar que, de todo o organismo da peça, é do espectador que parte a função de definir uma trajetória ao que é apresentado em toda a temporada. Como ocorre essa interação?

DS: Ela ocorre desde o início do espetáculo, quando os atores recepcionam o público que, desde então, passa a ter o controle da situação na mão, com as cédulas de votação. No final, os espectadores elegem, coletivamente, qual ator-jogador, juntamente com a cena por ele interpretada, deverá deixar aquela rodada. Os co-jogares do público ainda poderão fazer perguntas aos atores-jogadores, em eventuais situações específicas. De fato, esse coletivo de co-jogadores é quem decide o rumo da temporada.

LR: Pelo formato, como em qualquer reality show, o Projeto Canastra estende-se pela web, utilizando ferramentas como blog e Orkut para aproximar ainda mais os atores-jogadores do público. Em sua opinião, qual é a importância dessas ferramentas no contexto do espetáculo?

DS: Como tratamos de uma semi-realidade, ou ainda num ambiente em que realidade e ficção têm suas barreiras borradas, a web surge como possibilidade de expandir esse universo da peça no universo real, mesmo que virtualmente. Os espectadores já podem conhecer cada um dos atores-jogadores antes mesmo da peça começar, assim como também com o que exatamente está em jogo. Após o início, poderão ainda acompanhar e comentar o desenrolar da temporada, permanecendo o vínculo interativo com o elenco. Não se trata de apenas um meio de divulgação da peça, mas uma importante extensão desta.

LR: Na TV, costumamos ver como cenário dos reality shows desde belíssimas mansões a verdadeiros campos de batalha por sobrevivência. Onde se passa o Projeto Canastra?

DS: Se passa realmente no teatro. É uma peça que flerta com a realidade, assim, ela ocorre no tempo-espaço presente nos quais acontece a apresentação. Cada um dos atores possui, em cena, seu próprio camarim. Entre eles, uma "área de jogo" é delimitada, na qual acontecem as cenas e o jogo de fato.

LR: E por que vocês se auto-intitulam como “Um Coletivo de Artistas Europeus”?

DS: Porque consta num dos textos da peça, e também porque é irônico, presunçoso e despretensiosamente pretensioso, como a peça. Claramente, somos todos brasileiros e nos auto-intitulamos europeus como se isso automaticamente, e por si só, agregasse valor ou índice de vanguardismo ao nosso trabalho. A vanguarda pode estar bem mais perto do que você imagina. (Risos)

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Elenco de Projeto Canastra é entrevistado nesta quinta (5), ao vivo na allTV

O “Projeto Canastra – peça-jogo” é o assunto do próximo programa Fala Sério, apresentado pelo jornalista Patrício Bentes. No espetáculo – que estréia no próximo sábado (8), às 21h, no Teatro CAC-ECA-USP – um ator é eliminado a cada apresentação por votação do público, como num reality show. O Fala Sério vai ao nesta quinta-feira (5), ao vivo, às 17h, pela TV web allTV (www.alltv.com.br), e conta com a participação de internautas.

O diretor Diogo Spinelli, que encarna no palco o sádico Diretor-crupiê, falará sobre a concepção da obra, estrutura e regras da peça-jogo. Acompanham ele Bernardo Fonseca, Estéfano Romani e Francine Souza, três dos dez atores-jogadores que disputam em Projeto Canastra a aprovação da platéia e o título de Ator-Canastra.

Inspirado no lúdico e competitivo universo dos reality shows, Projeto Canastra trata-se de uma peça inacabada, configurada como um processo que se constrói em conjunto com o público, do qual as escolhas exercem total interferência na composição da obra. Ao final da apresentação, cada espectador vota em qual ator-jogador deverá ser descartado, como num jogo de baralho. O escolhido pela maioria da platéia abandona o espetáculo até o final da temporada.

Projeto Canastra surge como uma maneira experimental inovadora de se obter um alto grau de performatividade do elenco e de interatividade com público. A peça-jogo é derivada da pesquisa “Cena Mutável”, realizada por Spinelli desde 2006. Explicitar o tempo presente como característica fundamental da forma teatral, utilizar o espaço da cena como campo de possibilidades recombináveis, aproveitar-se de mecanismos de acaso e situar os atores e público num plano de “imprevisibilidade controlada”, são algumas das premissas da pesquisa presentes no Projeto Canastra.

Com direção de Diogo Spinelli e dramaturgia de Catarina São Martinho, Um Coletivo de Artistas Europeus apresenta “Projeto Canastra – peça-jogo”, em cartaz na sala Alfredo Mesquita do Teatro Laboratório CAC-ECA-USP (Av. Professor Luciano Gualberto, Travessa J, nº 215, Cidade Universitária – São Paulo), de 08 a 30 de agosto, aos sábados às 21h e aos domingos às 20h30. A entrada é gratuita e os ingressos são distribuídos com uma hora de antecedência.

Conheça os atores-jogadores, as regras do jogo e saiba o que está acontecendo nos bastidores em http://projetocanastra.blogspot.com/ e na comunidade no Orkut (http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=58792558).


Serviço

PROJETO CANASTRA – PEÇA-JOGO
De 08 a 30 de agosto
Sábados às 21h e domingo às 20h30
Entrada gratuita (retirar o ingresso com uma hora de antecedência)
http://projetocanastra.blogspot.com/

Teatro Laboratório CAC-ECA-USP, sala Alfredo Mesquita
Av. Professor Luciano Gualberto, Travessa J, nº 215, Cidade Universitária – São Paulo
(11) 3091-4375 / 3091-4376
Capacidade para 125 pessoas
Estacionamento gratuito no local

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Entrevista na AllTv!

Olá,
todos co-jogadores do Projeto Canastra!
Estamos nós aqui, na contagem regressiva para que se inicie o jogo!
Falta muito pouco tempo para que todos nós possamos jogar finalmente uma partida da nossa Canastra!
mas enquanto isso não acontece...
Se os senhores quiserem saber ainda mais sobre nosso jogo, visitem nossa comunidade no orkut, visitem os perfis dos nossos jogadores - ou o meu - e principalmente: acompanhem a entrevista que o diretor Diogo Spinelli e os atores-jogadores Bernardo Machado, Estéfano Romani e Francine Souza darão no programa "Fala Sério", quinta-feira que vem, dia 06/08/09, às 17:00 horas na alltv!
o endereço para vocês acompanharem a entrevista é www.alltv.com.br .
Assistam a entrevista e façam perguntas online para eles que estarõa no programa!

Abraços Cordiais,
Diretor-crupiê.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Vazou...!


... Na internet a primeira peça gráfica oficial do nosso querido Projeto Canastra!
Dizem as más línguas.... que dentro em breve, novos vazamento oportunos ocorrerão!
Abraços Cordiais!